Geralmente tal fato se deve à
falta de adubação periódica das mudas. Sendo o solo
dos vasos limitado em reservas de alimentos para as plantas neles colocados,
com o passar do tempo vai perdendo sua potencialidade nutritiva, transformando-se
em mero elemento de fixação para a planta. Por isso existe
a necessidade de renovar a fertilidade através da adição
periódica de micro e macronutrientes, ou seja, adubos minerais
e orgânicos além de húmus natural.
A adubação deverá ser feita de maneira bastante racional
fornecendo a cada espécies de planta aquilo que for mais adequado
para seu perfeito desenvolvimento. Portanto, de muito pouco adiantará
adubar uma samambaia com um tipo de fertilizante adequado para violetas,
pois a formulação dos elementos nobres de um determinado
tipo de adubo não atenderá às necessidades de espécies
diferentes.
Assim é que as plantas de folhagem viçosa como as samambaias,
avencas, heras etc., requerem adubação nitrogenada, ou seja
com maior percentagem de N=nitrogênio. Plantas floríferas,
como as violetas, begônias, gerânios etc. necessitam fertilizantes
com maior teor de P=fósforo. Já quanto ao elemento K=potássio
deve estar presente de maneira equilibrada em todas fórmulas de
adubos sintéticos, pois serve para favorecer o fortalecimento geral
da estrutura celular das plantas, tornando-as mais resistentes ao ataque
de doenças. Todos os fertilizantes, líquidos, em pó
ou granulados, deverão trazer estampada na embalagem sua formulação
(N+P+K).
Além da aplicação das fertilizantes anorgânicos
(NPK) é necessário proporcionar às plantas a reposição
de adubos orgânicos, tais como farinha de ossos, estrume animal,
torta de mamona etc. O estrume animal só deverá ser utilizado
bem curtido para não prejudicar as mudas. Já a farinha de
ossos e torta de mamona são usadas de acordo com a prescrição
da embalagem, porém sem oferecerem riscos às plantas
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